
Thursday, September 24, 2009
Evidentemente: José Sócrates

Wednesday, August 5, 2009
Dream Team
Se por acaso as coisas nos próximos tempos corressem de feição ao PSD, o país poderia vir a ser comandado por uma autêntica equipa maravilha. Imaginem só:
Presidente da República: Cavaco Silva
Primeira-Ministra: Manuela Ferreira Leite
Presidente da Assembleia da República: Guilherme Silva
Presidente da Câmara de Lisboa: Santana Lopes
Ministro das Finanças: Miguel Frasquilho
Ministro dos Negócios Estrangeiros: Aguiar Branco
Governador do Banco de Portugal: Tavares Moreira
Presidente da RTP: Pacheco Pereira
Seleccionador nacional: Carlos Queiroz
(Encaro esta última situação como particularmente preocupante.)
Wednesday, July 29, 2009
Despesa Laranja
As cabeças pensantes da Direita andam numa grande agitação desde que se "descobriu" que os Governos do PSD foram os que mais contribuiram para o aumento da despesa pública nos últimos 24 anos.Escolha Clara
O debate ontem entre António Costa e Santana Lopes pôs novamente a nú as diferenças entre os candidatos. Os Lisboetas sabem ao que vão. Ambos já mostraram no passado o estilo de liderança da cidade.Wednesday, July 22, 2009
A importância de ser Bento
Original publicado no novo blog de apoio ao PS - o SIMPLEX.
Tuesday, July 21, 2009
Rolling to the election
Começo a pensar que a proximidade entre as Autárquicas e as Legislativas será uma má experiência para a qualidade da Democracia portuguesa.Sunday, July 19, 2009
Friday, July 17, 2009
Alberto no País dos Sovietes
Ontem conseguiu pôr as cabecas pensantes a traulitarem sobre os sovietes deste rectângulo à beira mar plantado. Parece que a Constituicao Portuguesa nao proibe os sovietes de comerem as criancinhas, o que indigna o Bokassa, perdao o Alberto.
Entretanto Alberto ainda nao conseguiu encerrar o Pravda da sua ilha, o que certamente lhe causará uma grande frustracao. Os sacanas dos sovietes estao em todo o lado! E ainda enganam os tolos, chamando-lhe Jornal da Madeira. Filhos da mae!
Como se percebe este país está em grande perigo. Felizmente temos o Alberto.
Wednesday, July 15, 2009
Coligações e Movimentos Independentes
Depois de selado o acordo entre António Costa e o Movimento Cidadãos por Lisboa, indo Helena Roseta como nº 2 da lista de vereação, reforcei a minha convicção de que os movimentos independentes são uma forma inconsequente de actuação política.Thursday, July 9, 2009
Por aí
Em Portugal, tudo na mesma.
Justica desacreditada, shows de banqueiros em Comissoes de Inquérito Parlamentares, manifestacoes "democráticas" em que se chama tudo e mais alguma coisa ao 1° Ministro, com direito a petardos e tudo (gente grossa a ganhar quase 5.000eur por mês é outra coisa...), o retorno aos ecras da TV de escândalos políticos já esquecidos, afinal as eleicoes estao à porta, Ministros a irem de cornos, etc etc...
Já nao se deve chamar silly season. É a normal season.
Tuesday, June 9, 2009
Muito preocupantes mesmo...
Que seja apenas uma situação conjuntural, derivado da crise económica e desespero...
Monday, June 8, 2009
Europeias
O que para mim foi o verdadeiro realce dos resultados, foi o score do BE e da CDU.
Ao segurarem o seu eleitorado e crescerem, particularmente o BE, é sinal de que caso o PS ganhe as Legislativas será por uma maioria muito relativa.
No entanto, continuo a achar que o ponto fraco do PSD é Manuela Ferreira Leite. Representa um passado não muito famoso de governação, como Ministra das Finanças, e ccreio que os portugueses têm memória...
O PS não ganhará pela esquerda, mas sim pelo centro do eleitorado. Como sempre.
Thursday, May 28, 2009
Monday, May 25, 2009
Susan Boyle: Unbelievable...
É simplesmente inacreditável. Não digo quantas vezes repeti, por vergonha... se isto não ensina uma lição de carácter então não sei o que poderá ensinar.
Favor ver aqui: http://www.youtube.com/watch?v=9lp0IWv8QZY&feature=related
Sunday, May 17, 2009
Eurovision
Tuesday, May 12, 2009
Adesão Turca à UE
Ao observar a visita de Estado do Presidente da República à Turquia, e lendo o contínuo debate sobre a possível adesão deste País à UE, relembro sempre um artigo de opinião que escrevi no jornal O Figueirense em Dezembro de 2004, do qual transcrevo um excerto:
«Turquia.
Ao pensar na ideia de a Turquia aderir à UE, rapidamente tendo a tomar uma posição: ser contra essa integração.
Como europeu não me sinto minimamente identificado com a realidade turca, e muito provavelmente nem eles com a minha. Tenho sérias dúvidas quanto ao facto de se poder considerar a Turquia um país europeu, já que 97% do seu território encontra-se no continente asiático, e também devido à sua cultura islâmica (99% dos turcos são muçulmanos). Sendo um país subdesenvolvido e com 65 milhões de habitantes (30% tem menos de 15 anos e 40% vive no campo), os restantes países da UE seriam completamente “invadidos” por cidadãos turcos em busca de melhores condições de vida, com todas as consequências sociais que tal fluxo migratório traria aos países que os acolhessem.
Economicamente, a adesão da Turquia iria provocar problemas aos países mais pequenos como Portugal. Os principais sectores de produção na Turquia são os texteis, a electrónica, a indústria automóvel (além da agricultura e do sector extractivo). Tendo em conta os baixos salários e as políticas fiscais atractivas, certamente muitas empresas iriam deslocalizar a sua produção para aquele país. Noutro plano, os direitos humanos continuam a ser gravemente violados (apesar de algumas das novas reformas impostas pela UE), e é algo que tem de ser amplamente contrariado, independentemente da adesão ou não.
Com a Turquia as fronteiras da UE estenderiam-se ao Médio Oriente com todos os perigos que tal opção figuraria, num mundo dominado pelo medo do terrorismo, medo esse que influencia os resultados eleitorais nos países ocidentais. Ora, é algo inato ter esta tendência para rejeitar a adesão da Turquia à UE. Aliás, muitos dos habituais comentadores europeus (e portugueses) são contra a entrada desse País. A posição dominante da extinta Convenção Europeia, presidida por Giscard d'Estaing, foi toda anti-Turquia, e a maioria dos governantes europeus têm medo da entrada da Turquia. Particularmente a França, sendo o país europeu que mais entraves está a colocar às negociações.
No entanto, nem tudo o que é inato significa ser o mais correcto e justo. E por isso mesmo, não posso estar contra a adesão da Turquia.
Nem contra a adesão de outros quaisquer países, que tenham uma ligação europeia. Quais seriam os valores e princípios que sustentariam uma União Europeia segregadora e com traços xenófobos? O que seria uma União Europeia com medo do futuro, conservadora, sem uma energia moblizadora que a levasse aceitar sem preconceitos diferentes raças e credos, diferentes culturas e religiões. Que União seria essa que não aceitava contribuir para o desenvolvimento de outros países, necessitadas de um dínamo encorajador, democrático, reformista e pró-desenvolvimento sustentável?
Li, no último fim de semana de Novembro, um artigo noticioso no Caderno de Economia do Expresso: Turquia “Economia rumo ao futuro”. A Turquia teve uma das melhores performances económicas do ano. Irá crescer 10% este ano, conseguiu controlar a inflação, a sua moeda tem-se mantido estável, a sua Dívida Pública está a diminuir. Respira-se confiança. Tudo resultado das reformas postas em prática pelo novo Governo pró-EU, liderado por Recep Erdogan, do partido AKP (Partido da Justiça e Desenvolvimento). Graças ao objectivo de convergir com os critérios de adesão à União Europeia, a Turquia orgulha-se de iniciar uma nova etapa da sua História, e poder alcançar a adesão à União Europeia.
Na minha opinião, o único motivo que levam a maioria dos políticos e agentes políticos a colocar entraves à adesão da Turquia é a religião. Eles são muçulmanos portanto não têm nada a ver connosco, é mais ou menos este o diapasão. E se prevalecer, será um erro histórico.
A Turquia necessita do “soft power” da UE e não do “hard power” dos EUA, utilizando uma expressão de Nuno Severiano Teixeiro, docente universitário e antigo Ministro da Administração Interna do PS. Precisa que lhe digam: “estaremos cá para vos receber, continuem as reformas para o desenvolvimento económico, social, e para a democracia”. Basicamente a Turquia necessita que a EU aja como um verdadeiro exemplo para o Mundo. Não os podemos desiludir.»





